PUBLICADO EM 17/Out/17


Carta Encíclica Laudato Si sobre o cuidado da casa comum

No dia 24 de maio de 2014 o Papa Francisco lançou a Carta Encíclica Laudato Si sobre o cuidado da casa comum. O Papa Francisco disse: “os jovens têm uma nova sensibilidade ecológica e Espírito generoso e alguns deles lutam admirávelmente pela luta do meio ambiente”. (Laudato Si n209)

 

 

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Vamos falar de Dia Nacional da Juventude (DNJ)?


O DNJ de 2017 está chegando à Diocese de Nova Iguaçu e irá acontecer no dia 22 de outubro na Paróquia São José Operário, no Regional X, com início às 13h, e tem como Tema: Juventude em defesa da vida dos povos e da mãe terra e o lema: “os humildes herdarão a terra” (Sl 37, 11a)


Pensando nisso, a equipe do Olá Querida Juventude da Pastoral da Juventude, a partir do subsídio de encontros do DNJ, propomos uma reflexão de três temas: Território, Cultura e Ecologia.

 


JULGAR


1. TERRITÓRIO


No Brasil, em 2015, estimava-se cerca de 1.217 casos de conflitos de terra. Mais de 816 mil pessoas envolvidas, durante anos a luta pela terra vem devastando os povos indígenas, que eram de 4 a 5 milhões, e hoje somam 900 mil. Junto deles, outro problema gritante é o dos povos quilombolas. Em 2015 o país contava com apenas 207 quilombolas com posse de terra, das 2.197 comunidades reconhecidas que vivem basicamente da agricultura familiar.


Esses conflitos que acontecem tanto com camponeses, quanto com indígenas e quilombolas, são para aumentar as terras dos grandes latifundiários que têm interesse financeiro e colocam em risco nossos biomas.


1- O que o grupo acha dessas informações?
2- O que conhecemos a respeito da disputa por território?
3- Na Baixada Fluminense existe conflito por território?
4- O que sabemos sobre os povos tradicionais da nossa Região: indígenas e quilombolas?
5- Conhecemos alguma experiência de assentamento de Reforma Agrária?


2. CULTURA


Ao se falar de cultura e proteção ao meio ambiente, propositalmente nos referimos aos povos tradicionais, pois tem baixo impacto ao meio ambiente, e são ecologicamente sustentáveis.


O Decreto Federal nº 6040 de 7 de fevereiro de 2000 descreve os povos e comunidades tradicionais: grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, e que possuem forma própria de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua produção cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerado e transmitido pela tradição.


O Papa Francisco chama atenção para os riscos que a uniformização da economia e o consumo exacerbado trás para a cultura dos povos tradicionais: “a visão consumista do ser humano, incentivado pelos mecanismos da economia globalizada atual, tende a homogeneizar as culturas e a debilitar a imensa variedade cultural, que é um tesouro da humanidade”.


1- Vocês conhecem a cultura dos povos tradicionais?
2- Como garantir a proteção da cultura dos povos tradicionais?
3- Quais ações concretas podemos fazer para informar a todos sobre a riqueza dessas culturas?


3- ECOLOGIA


“Um crime contra a natureza é um crime contra nós mesmos e um pecado contra Deus”. (Laudato si - nº 8)


Os Biomas Brasileiros são: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal e Pampas.


Com a urbanização e o desenvolvimento de novas tecnologias, a exploração dos recursos cresce cada vez mais. Mais lixos são acumulados, mais florestas desmatadas, ar poluído pelos diversos gases provenientes de indústrias e meios de transportes, os diversos produtos químicos lançados ao solo por indústrias e a caça predatória extinguem cada vez mais espécies de animais, além dos desastres causados pela negligência humana como o caso de Mariana/MG, onde o desastre causado pela empresa Samarco causou danos sérios à população e ao ecossistema da região.


Um benefício econômico que não cria um mundo melhor, nem uma qualidade de vida superior não pode ser considerado como progresso.


AGIR


Não podemos nos calar diante da degradação ambiental. Temos que viver em harmonia com a natureza e converter o modelo de desenvolvimento global em novos modelos de progresso, onde se preze a sustentabilidade.


1- Quais impactos e problemas ambientais podemos identificar onde vivemos?
2- Como o grupo pode atuar para mudar a realidade local?
3- De que maneira eu vivo em comunhão com a natureza?

 

 

Adaptação do Subsídio do DNJ/ 2018

 

 

 

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Um Forte Abraço e até mês que vem!

 

 

 

Paula Almeida - Assessoria e Coordenação
da Pastoral da Juventude de Nova Iguaçu

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